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setembro 5, 2013

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Remake

abril 21, 2010

Diz o ditado: “errar é humano, persistir no erro é burrice”. Pra certas coisas se tem uma segunda chance. Um remake.

Na segunda vez, a idéia é fazer melhor. Mas nem sempre a segunda é melhor que a primeira. Excesso de segurança, falta de planejamento, ou mesmo incompetência. O remake pode não dar ibope, pode não agradar, pode piorar a situação. E numa terceira chance as coisas podem melhorar.

Mas nem sempre dá pra fazer um remake. Ou se faz certo na primeira vez, ou a chance se perdeu.

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Retorno de Saturno

fevereiro 13, 2010

A cada 365 dias comemoramos aniversário – mais um ano de vida, o tempo que a Terra leva para dar uma volta em torno do Sol. E a cada 28 voltas da Terra em torno do Sol, ou seja, 28 anos, Saturno volta à mesma posição.

Saturno é um planeta de características únicas. O único que desenhamos com anéis em volta quando estamos na escola. É um planeta associado a fortes mudanças, às vezes a conflitos e crises. E talvez porque nós, seres humanos, buscamos explicações ortodoxas – e às vezes não ortodoxas – para justificar o que acontece com as nossas vidas, o Retorno de Saturno ao mesmo lugar onde ele estava quando nascemos é um marco na vida do homem.

Tem gente que acaba saindo de vez da casa dos pais, ou gente que pensa em construir família. Outros tomam rumos profissionais totalmente diferentes, ou vão morar numa casinha numa ilha deserta, ou desembestam de vez.

O Retorno pode ser o marco para o retorno às origens, ou mesmo para a negação das origens. Ou simplesmente uma desculpa para questionar o que está ruim, e o que está bom. Fato é que qualquer retorno é, também, uma segunda chance.

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Passeio no shopping

junho 25, 2008

Um mercado consumidor só existe com uma demanda. Por exemplo, não se não há uma demanda pra descascadores de banana automáticos que falam e apitam, não há mercado para isso, e o produto não vende.

O mesmo se aplica a pessoas. Não adianta aparecer uma banana split com muito caramelo quando o que se quer é somente uma banana madura.

Um produto mal apresentado, ou com prazo de validade vencido, desinteressante ou demodê, vai apodrecer nas prateleiras. E mesmo aqueles que têm uma embalagem bonita, mas que chegando em casa não funcionam de jeito nenhum, não acabam fazendo sucesso por muito tempo.

E de maneira análoga, um produto raro – um fabergé, por exemplo – bem cuidado, bem guardado, é mais atraente e pode se tornar um sonho de consumo.

Compras por impulso acontecem, mas nem sempre aquilo que se compra é o que se esperava.

O mundo dos negócios tem – definitivamente – muito o que ensinar às pessoas.

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Flores com espinhos

junho 14, 2008

Existe aquela máxima de que todos os homens são iguais. E também aquela outra que diz que algumas flores – as mais belas, as mais atraentes – têm espinhos. Alguns homens têm espinhos. E, como num jogo de palavras, como todos os homens são iguais, estes mesmos (todos) têm espinhos.

Moças de família querem casar com o homem ideal, que as protejam, que cuidem, que as façam mulher. Alguns sindicalizados também querem o mesmo, mas reclamam do mercado. Os que não querem coisa séria, justificam dizendo que o mercado não tá pra peixe e que é melhor só curtir do que se desiludir.

Pessoas são complicadas mesmo, uma hora querem uma coisa, outra hora querem outra. E como flores, são lindas e encantadoras, cheirosas e graciosas, mas algumas têm espinhos e uma hora também murcham se não cuidadas.

Hora de regar as plantas.

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Intimidade roubada

abril 25, 2008

– Sempre considerei que fazer compras no supermercado é uma coisa de extrema intimidade, assim como revirar o lixo, espiar pela porta da fechadura.

Afinal, compramos coisas que consumimos no dia-a-dia, na solitude do lar, desde a marca do papel higiênico que usamos até o que assaltamos na geladeira no meio da madrugada.

Estranhamente, ultimamente tenho ido fazer compras no supermercado acompanhado, por pessoas diferentes. Algumas descobertas incríveis, outras cômicas – gente que compra lenços úmidos Pampers para limpar lá em baixo, gente que come papinha de nenê, gente que tem metade da geladeira de red bull.

Mas confesso, aflora um sentimento estranho de estar abrindo as portas de minha intimidade.

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A Vivida

abril 16, 2008

– No sindicato, existe um tipo bem característico que tem intrigado (ou pelo menos suscitado inúmeras discussões e reflexões) meus amigos três-ponto-zero ou três-ponto-zero-to-be).

É a bee vivida, aquela que já desfilou e rebolou durante meio século e que continua a frequentar açougues (baladas, para os menos familiarizados com o dicionário do sindicato – leia post!).

A bee usa camiseta apertada e mesmo assim não tem vegonha de que apareça a barriguinha saliente. Vai sozinha ao açougue e fica a apreciar as bees mais jovens, com olhares desconcertantes.

Meus amigos dizem que não querem ser assim quando crescerem, querem estar bem casadas e bem acompanhadas, no conforto do lar, vendo DVD no sofá e fazendo muito sexo com a mesma bee.

Mas será que essa história casar, juntar, whatever seja, existe mesmo?

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